CONTROLE CRITÉRIO NA COLETA DE DADOS E MAPEAMENTO
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CONTROLE CRITÉRIO NA COLETA DE DADOS E MAPEAMENTO
Para efeito deste estudo, dividimos o município em áreas de abordagem, áreas estas que mantêm peculiaridades físicas diferenciadas, no contexto da unidade municipal.
O traçado e divisão geográfica obedecem à representatividade política, densidade eleitoral e também as tendências regionalizadas, em especial, as proporcionais que acabam tornando-se redutos fechados, são estes notadamente, os aspectos que levamos em consideração neste mapeamento. Aferindo-os tanto no pleito majoritário como no proporcional em relação às principais lideranças que tem seus redutos eleitorais consagrados em determinadas regiões e noutras não.
Portanto, estas regiões ficaram distribuídas com seus respectivos setores, bairros e densidades eleitorais. Configurando sua representatividade pelo número de votos inscritos, conforme poderá ser observado na distribuição das zonas eleitorais.
Para este trabalho foram estratificados (4) áreas o fim específico desta sondagem. Na seguinte disposição. (veja anexo “J”).
Departamento de coleta estratificação de dados
Margem de erro: + ou – 3%.
TÉCNICA DE INVESTIGAÇÃO
As entrevistas serão efetivadas, pessoalmente, entre o Agente pesquisador e o eleitor, (ora tratado de respondente), cabendo o preenchimento ao próprio agente que, na ocasião, identificará o nome, endereço e dados referenciais dos entrevistados.
INSTRUMENTO DE PESQUISA
- Formulário de Questionamento/Estruturado;
- Tema: Político/Eleitoral;
- Objetivo Principal: Sondagem de Intenção de Voto
MÉTODOS COMPLEMENTARES DO CONTROLE
Como se não bastassem os cuidados técnicos na seleção da amostragem, ou seja, na estratificação, mantemos o controle estatístico através das variáveis precedentes e mapeamento com sorteio de vários estágios (bairros e ruas), bem como perguntas são inseridas no questionário com o propósito de evitar distorções, ou mesmo possíveis tentativas de manipulação dos dados.
Conjugada a todo este aparato de medidas de percalços incluídos no controle externo, existe a obrigatoriedade de se buscar as ruas sorteadas e telefone do respondente, conforme prévio escalonamento para cada setor censitário, pois o agente pesquisador ao sair em campo, já está ciente de que só poderá fazer aproximadamente duas entrevistas em cada rua, definindo-se por uma casa ou domicilio com final par e a outra com final ímpar conforme sorteio realizado previamente, especificado para cada serviço e região, dentro de 75% da amostragem total, ou seja, aquela efetivada nos lares, já que os 25% restantes poderão ser feitas, aleatoriamente, em pontos de apoio, linhas ou domicílios não urbanos, onde não há numeração das casas.
Feito isto, atingiremos os padrões probabilísticos desejados e, por conseguinte, aplicamos a neutralidade nas entrevistas, evitando a tendenciosidade por vínculos ou afinidades.
CONFERÊNCIA E FISCALIZAÇÃO
A Conferência de questionário se faz imediato à coleta de campo, no sentido de se averiguar irregularidades, tanto no preenchimento, quanto na abordagem de formas, e se poder corrigir, até mesmo quando o agente se afasta da área física determinada, já na fiscalização, o próprio supervisor de campo faz ligeiro acompanhamento e 10% a 15% dos questionários são retirados para triagem dos endereços registrados e telefones, de forma a não permitir possíveis manipulações do agente coletor e outras possíveis irregularidades, até pelo fato do mesmo ter conhecimento deste monitoramento.